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Estou a ver se o meu telefone só fala para fora.
Não gosto de ser interrompido quando não estou a trabalhar.
O telefone é uma boa máquina para dizer se sim ou não é para marcar alguma coisa – não para o resto.
De uma maneira geral, todas as ideias futuras são utópicas.
Não quero ter nenhum conflito com Portugal porque lhe tenho uma grande gratidão – porque nasci em Portugal. Estava no céu das ideias de Platão – e escolhi Portugal para nascer.
É preciso perguntar às aldeias e vilas o tipo de município que querem construir.
Devo a Portugal ter-me “colocado fora” para ver o mundo.
Cada um é um e não há igual – todas as ideias do mundo deveriam ser para ele próprio.
Espero que um dia tudo o que é obrigatório para a produção não seja obrigatório e que seja possível que cada um possa fazer a sua obra única.
Portugal fez coisas que nenhum outro país fez – pode ser que no futuro possa repetir tais missões utópicas – que ainda não existem.
A máquina do mundo pode ter um destino para Portugal – por isso não será necessário fazer nada.
O meu destino é a minha liberdade.
Aquilo que lhe apetece fazer deverá ser o que é correto.
A idade do Espírito Santo – Em primeiro lugar, que as crianças crescessem tão livremente que a sua espontaneamente e capacidade de sonhar nunca se extinguisse e um dia fossem capazes de dirigir o mundo. Em segundo lugar, que a vida fosse gratuita para toda a gente, e como consequência o crime desaparecerá do mundo.
Sonhar para o futuro.
Ajudam-me mais as pessoas que criticam do que as que aplaudem.
Não sou otimista – sou é determinado naquilo que me apetece ser determinado.
É melhor que vida seja uma ficção, mais do que escrever ficção.
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