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O interessante é vadiar muito e conversar pouco.
Não sou caçador de contrários – não sou caçador de coisa nenhuma.
A admiração de si próprio para a construção.
É bom estarmos em silêncio para que a vida fale.
A história do futuro de António Vieira ou a ilha dos amores do Camões são histórias de futuro – ouvir a voz da deusa ou de Deus.
Libertar do espaço ou do tempo -> intuição.
As pessoas estão interessadas em distrações ou drogas (consumismo é uma droga).
Diferença entre trabalho (aquilo que é obrigatório) e ocupação (aquilo que é do nosso gosto).
Futuro = máquinas.
Remeter para a eternidade das coisas -> Homens do século 13 que faziam o culto do Espírito Santo, queriam a via gratuita e o menino não sujeito a nenhuma espécie de disciplina, e que todas as cadeias e provavelmente todos os códigos fossem simples recordação do passado.
Tudo o que é interessante na vida deve ser por opção.
Os portugueses deveriam ter um passaporte para todos os países de língua portuguesa.
Vadiagem é não ter que assinar o ponto.
Gostaria de convidar as pessoas a vadiarem pelo mistério – o mistério que nos cerca de forma completa.
Sugestão de outros conteúdos: Conversas Vadias Episódio 6 – com Alice Cruz