Deep Work

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O deep work, ou trabalho profundo, é um conceito popularizado pelo autor Cal Newport no seu livro com o mesmo título, que defende que devemos limitar o tempo que gastamos em tarefas superficiais, que não criam muito valor, e concentrarmo-nos em trabalho profundo, uma vez que estas criam valor e maximizam o nosso potencial cognitivo.
Com o aparecimento das ferramentas da Internet e das redes sociais, a nossa atenção está cada vez mais fragmentada pelas várias esferas da nossa vida. Atividades mais imediatas que não requerem muita concentração ou planeamento, têm tido prioridade sobre o trabalho mais profundo. No entanto, uma sessão de trabalho sem distrações permite-nos aprender mais rapidamente e tirar partido das nossas competências para produzir trabalho mais valioso, com mais qualidade, concentrando-nos nas atividades que são importantes.
Os poucos que cultivam esta habilidade hoje em dia e a tornam no centro das suas vidas profissionais são aqueles que irão prosperar num mundo cada vez mais instantâneo e com menos substância.
A vantagem do trabalho profundo é que pode ser extrapolado para as outras áreas da nossa vida, resultando no reforço do significado e profundidade das nossas rotinas diárias e na eliminação natural de atividades superficiais. A prática de um trabalho profundo é também um trampolim para um estado de fluxo, uma fonte de grande satisfação e valor. Finalmente, o trabalho profundo é a porta de entrada para extrair significado de tarefas aparentemente aborrecidas e eleva o trabalho a um ofício que pode ser dominado.
Durante o trabalho profundo, concentramo-nos no que é amplamente importante: um pequeno conjunto de objetivos que irão maximizar os nossos esforços de trabalho. Estes objetivos devem parecer desafiantes, motivando-nos a trabalhar mais profundamente.

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