Growth Hacker Marketing, de Ryan Holiday

Título em inglês: Growth Hacker Marketing: A Primer on the Future of PR, Marketing, and Advertising
Título em português: (não encontrado)
Nome do Autor: Ryan Holiday
A minha pontuação:
Data de publicação: 1 de setembro de 2013

Tempo de leitura: 3 minutos

Produto e clientes

“Lean Startup, explica que a melhor maneira de chegar a Produto Pronto para Mercado é ao começar com um “produto minimamente viável” e melhorá-lo baseado nas opiniões — ao contrário do que muitos de nós fazemos, que é tentar lançar com o que pensamos que é o nosso produto final.”

“Isolar quem os seus clientes são, perceber as suas necessidades, criar um produto que os vai deixar boquiabertos — estas são decisões de marketing, não apenas escolhas de desenvolvimento e design.”

“Libin disse a um grupo de empreendedores numa conversa que agora é um clássico “pessoas [que estão] a pensar sobre coisas que não sejam criar o melhor produto, nunca criam o melhor produto.” Por isso a Evernote tirou “marketing” das opções e despejou então esse orçamento em desenvolvimento de produtos. Isto sem dúvida abrandou a popularização da marca nos primeiros tempos — mas compensou. Porquê? Porque a Evernote é de longe a aplicação superior de produtividade e de anotações no planeta. Hoje em dia, praticamente faz marketing a ela própria.”

Quanto mais inovador o seu produto é, mais provável é que terá de encontrar novas maneiras de chegar aos seus clientes.”

“Faça parecer que não é um favor. Faça-o o tipo de coisa que vale a pena espalhar e, claro, propício a ser espalhado.”

Processos

“Tudo isto para dizer uma verdade simples que tentamos negar frequentemente: Se quer ser viral, deve ser implementado no produto. Deve haver uma razão para o partilhar e os meios para o fazer.”

“Mais importante do que quaisquer das táticas específicas deles era o estado de espírito que todos partilhavam. Cada um seguia o processo que sublinhei neste livro: combinaram o marketing com o desenvolvimento do seu produto; começaram o crescimento com pessoas que adotaram o produto cedo; adicionaram elementos virais; e depois repetiram estes ciclos implacavelmente, sempre guiados pelos dados, com um olho na otimização.”

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