Meditar? Isso é treta…

Quando era mais jovem, isto é, quando tinha eu os meus 16 anos, pensava que isto era “treta”. Isto da meditação e da espiritualidade era algo que não fazia sentido nenhum e aqueles que o faziam eram tolinhos. Adoro estar enganado.

São tantos os resultados interessantes que tenho sentido à medida que vou ficando mais capaz de meditar, mesmo não sabendo se alguma vez serei capaz de meditar. Mas neste meu processo de aprendizagem da meditação, medito à minha maneira e tenho descoberto algumas vantagens:

 

Gosto cada vez mais de comer. De saborear e de não me esquecer quais os sabores que estou a sentir.

Gosto cada vez mais de escrever. De pensar que não é um frete e de como poderá ser um legacy.

Gosto cada vez mais de não julgar. Isto é muito difícil. Fico contente por conseguir fazer isto mais vezes do que pensava.

Gosto cada vez mais de definir prioridades. Só entra no meu backlog se fizer sentido. Make it count.

Gosto cada vez mais de ouvir. Velha máxima: Tens uma boca e dois ouvidos. É simples.

Gosto cada vez mais de correr. Sentir a corrida, o meu corpo e os efeitos secundários.

Gosto cada vez mais de pensar. Pensar é grátis.

É um processo difícil e muito meu. É algo que não posso florear. Ou é ou não é. Não existem mentiras, nem expectativas que não existem, porque o processo é meu, portanto não existe vantagem nenhuma em as defraudar. Como diria Rui Veloso, é a regra da sensatez.

 

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